Entenda como o mercado de exportações e importações está sendo afetado pelo coronavírus e qual o prognóstico de especialistas


O coronavírus trouxe grandes mudanças na importação e exportação de produtos dos mais diversos países. Além disso, doenças como a peste suína africana, queprejudicou a produção na China, também alterou o relacionamento do Brasil com esse país.

Embora o comércio exportação e importação tenham sido afetados entre os mais diferentes países, como a China é um dos principais parceiros comerciais do Brasil, vamos abordar principalmente a atual realidade do compra e venda entre essas duas potências econômicas. Conheça alguns números e veja como a pandemia impactou esse mercado.

Importação e exportação entre Brasil e China

A relação entre Brasil e China durante a pandemia de coronavírus tem sido tema de discussão em vários locais. Afinal, os gigantes somam 1.600.000.000 pessoas e têm uma história comercial antiga e com futuro promissor.

Há aproximadamente 10 anos a China tem sido o maior parceiro comercial do Brasil. Dessaforma, os empresários chineses e brasileiros estão acostumados a interagir e encontrar a melhor solução.

Além disso, o Brasil ganha pontos com a China ao responder rápido quando o país parceiro precisa de alimentos e de commodities. Dessa forma, se formos pensar que independentemente da pandemia as pessoas precisam se alimentar, a relação entre os países  segue em perfeita harmonia.

Prova disso é que, em meio a pandemia, o Brasil quebrou o recorde histórico de exportação tanto em volume, quanto em valores. Dentre os produtos exportados estão:

  • óxido de alumínio/alumina (770 mil toneladas por um total de US$ 228 milhões);
  • minério de cobre (121 mil toneladas por US$ 231 milhões);
  • ouro (US$ 278 milhões);
  • algodão bruto (91 mil toneladas por US$ 141 milhões);
  • soja (16,3 milhões de toneladas por US$ 5,5 bilhões);
  • farelo de soja (1,7 milhão de toneladas);
  • óleos combustíveis (1,3 milhão de toneladas);
  • carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (116 mil toneladas por um total negociado de US$ 509 milhões);
  • carne suína (63 mil toneladas por US$ 154 milhões).

Essesdados são apenas do mês de abril. Como visto, a relação do Brasil com o mercado Chinês segue ativa e grande. Por outro lado,o Brasil segue dependendo da China para comprar produtos manufaturados. Além disso, muita das peças que abastecem a indústria brasileira vem do mercado Chinês.

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